quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Agende-se: Simpósio Internacional de Nutrição e Metabolismo


Dia
22/08
09:00 hs Ciência e Tecnologia no Ceará. Conferencista Dr. Tarcísio Pequeno (Diretor Presidente da Funcap)
09:45 hs Importância da ciência básica para a ciência aplicada. Conferencista Prof. Dr. Rui Curi (USP)
11:00 hs Aplicações Nutricionais da glutamina na função imune. Conferencista Profª. Dra. Tânia Pithon (UNICSUL-SP)
14:00 hs As novas recomendações na terapia do câncer - Consenso Brasileiro. Conferencista Dr. Nivaldo Pinho (Instituto Nacional do Câncer - INCA - RJ)
15:30 hs Intracelular lipid signaling in mamalian cells. Conferencista Dr. Phillip Hawkins (Brabahan Institute Cambrigde)

Dia
23/08
09:00 hs A importância da dietética para a funcionalidade dos alimentos anti-oxidantes: O paradigma da nutrição balanceada. Conferencista Profª. Dra. Ana Wládia B. Moreira (RN)
10:00 hs Desenvolvimento de novos produtos nutricionais. Conferencista Dr. Augusto Guimarães (UECE-CE)
11:00 hs Ácidos graxos como moléculas pró-inflamatórias. Conferencista Prof. Dr. Rui Curi (USP)

Tradução simultânea - Entrega de Certificados no final do evento.


Como participar:

1 - Faça a sua pré-inscrição preenchendo o formulário abaixo.

2 - Imprima o "Convite exibível" que será enviado para seu e-mail juntamente
com os dados para pagamento.

3 - Efetue o pagamento de acordo com a sua especialidade:

Profissional: R$ 50,00
Nutricionista Certificada Nuteral: R$ 30,00
Estudante: R$ 20,00

Dados para pagamento:
Banco do Brasil
Agência:3468-1
C/C: 4777-5

4 - Confirmando seu pagamento:

Via fax (85-3066.9101): envie o "Convite Exibível" e o comprovante de
depósito ou transferência bancária.

Por e-mail (elaine@nuteral.com): envie seu nome completo e telefone
(conforme utilizado no formulário de pré-inscrição) e os dados do
comprovante de depósito ou transferência bancária.

domingo, 10 de agosto de 2008

I Semana Nacional de Economia Doméstica - I SENED

A Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE juntamente com o apoio do Departamento de Economia Doméstica de Pernambuco e a Associação Brasileira de Economistas Domésticos - ABED convida a todos os estudantes de Economia Doméstica a participarem da I Semana Nacional de Economia Doméstica a ser realizada no campus Dois Irmãos em Recife - Pernambuco.

Cujo tema é: Politicas Públicas sob a ótica da família - uma questão de qualidade de vida, será realizado nos dias 7, 8 e 9 de outubro de 2008.

As inscrições custam: Profissionais - R$ 10,00 e estudantes R$ 5,00.

Para maiores informações: 1sened.pe.2008l@gmail.com ou abed.nacional@gmail.com
ou pelo telefone: (81) 88253496.

PROGRAMAÇÃO

DIA 07 DE OUTUBRO

MANHÃ:

08:00 às 12:00: Inscrições dos participantes

09:00 as 12:00: Reunião da ABED

TARDE:

14h: Solenidade de abertura

Conferência: Políticas Públicas sob a Ótica da Família-Uma Questão de Qualidade de Vida.

15:00 as 15:40- Palestrante – Michel Zaidan Filho-Graduado em Filosofia pela UNICAP-Mestrado em História pela Univ. Estadual de Campinas-Doutorado em História Social pela Univ. de São Paulo. Cientista Político-Profº da UFPE

15:40 as 16:20- Gema Galgani S.L. Esmeraldo- Profª da UFC

16:20- Debate

17h: Momento Artístico

17:30h: Coquetel

DIA 08 DE OUTUBRO

MANHÃ:

08:00 as 09:30-Mesa Redonda: Projetos, Programas Governamentais é Igual a Políticas Públicas?

Palestrantes: Representante do Ministério do Desenvolvimento Social-MDS; Isaltino Nascimento-Deputado Estadual/PE; Márcia Regina Paz Alves-Economista Doméstico/Gerente Operacional de Temática da Prefeitura do Recife da Coordenadoria da Mulher do Recife; Coordenadora/Debatedora-Laura Duque-Professora do Deptº de Ciências Domésticas/UFRPE.

DEBATE: 20 minutos

MANHÃ (08/10/08):

10:00 as 11:20-Mesa Redonda: O que Significa e qual a Importância das Associações de Classe e dos Conselhos para o/a Profissional?

Palestrantes: Representante do Conselho Federal de Economistas Domésticos; Rozilene Coutinho de Oliveira-Economista Doméstico/Presidenta da ABED-Nacional; Sérgio Goiana-Presidente da CUT-PE;

Coordenadora/Debatedora: Maria de Fatima Massena de Melo

DEBATE: 20 minutos

12h: Almoço

TARDE

14:00 as 15:20- Mesa Redonda: O Programa de Alimentação Escolar e Alimentação do Trabalhador: A Contribuição do/a Economista Doméstico.

Palestrantes: Representante do Ministério do Trabalho; Representante do Governo; Ana Paula Santana-Economista Doméstico.

Coordenadora/Depatedora: Eugênia Gonsalves de Lemos-Membro do Conselho de Alimentação Escolar de Jaboatão dos Guararapes.

DEBATE: 20minutos

15:50 as 17:10: Mesa Redonda:Creches-Promoção de Qualidade de Vida

Palestrantes: Representante da Secretaria de Educação; Heise Cristine Aires Leal-Pedagoga/Diretora da Creche Paulo Rosa da UFPE;

Coordenadora/Debatedora: Joseana Saraiva-Professora do Deptº de Ciências Domésticas/UFRPE.

DEBATE: 20 minutos

DIA 09 DE OUTUBRO

MANHÃ:

08:00 as 09:20-Mesa Redonda: Programa de Saúde da Família-Ampliando o Foco.

Palestrantes: João Paulo-Prefeito da Cidade do Recife;Iara Nunes Araújo de Oliveira-Economista Doméstico-UFRPE/Especialização em PSFs pela Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas; Oswaldo Negrão-Coordenador da Secretaria Estadual de Políticas da Saúde dos Homens.

Coordenador/Debatedor: Roberto José da Silva-Economista Doméstico/Mestrado em Antropologia pela UFPE.

DEBATE: 20 minutos

MANHÃ (09/10/08)

09:50 as 11:10-Mesa Redonda: Quando o Assunto é Extensão Rural, Agricultura Familiar, Agroecologia e o Agronegócio: Estamos indo em que direção?

Palestrantes: Ruy Carlos do Rêgo-Diretor de Extensão Rural do IPA; Pedro Eugênio-Deputado Federal/PE; Andréa Butto-Coordenadora Geral do Programa de Promoção de Igualdade de Gênero Raça e Etnia.

Coordenadora/Debatedora: Silvana Maria de Lemos-Economista Doméstico/Especialização Em Formação de Educadores pela UFRPE/Extensionista Rural do IPA/Articuladora da Rede Temática de Formação de Gente da ATER-PE.

DEBATE: 20 minutos.

11:30 as 12:10-Relato de Experiência Profissional

Coordenadora: Ana Paula Gomes-Economista Doméstico.

Debate: 20 minutos

12:30 Almoço

TARDE

14:00 as 15:20- Mesa Redonda: Políticas Públicas de Habitação

Palestrantes: Humberto Costa-Secretaria das Cidades; Jorge Carreiro-Presidente da CEHAB; Giancarlo Costa dos Lírios-Coordenador do Movimento de Luta e Resistência pelo Teto/MLRT.

Coordenadora/Debatedora- Maria de Fatima Santiago-Economista Doméstico.

DEBATE: 20 minutos.

15:40 as 16:40-Mesa Redonda: Arranjos Produtivos Locais-Pólo de Confecção.

Palestrantes: Representante do SINDVEST; Representante do SEPLAND.

Coordenadora/Debatedora: Edilene de Souza Pinto-Economista Doméstico/Profª do Deptº de Ciências Domésticas-UFRPE.

DEBATE: 20 minutos

17:00 as 18:00-Relato de Experiência Profissional

Coordenadora: Zênia Tavares-Economista Doméstico/ Profª do Deptº de Ciências Domésticas-UFRPE.

DEBATE: 20 minutos

18:30 ENCERRAMENTO

10 DE OUTUBRO

FÓRUM ESTADUAL DE ECONOMIA DOMÉSTICA

By Maciella Santos

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

A suposta repasteurização do leite.



Há muitos mitos que circundam a mente de todos nós. Mas é necessário que tudo
isso seja comprovado e nós economistas domésticos através de pesquisas, analises e estudos podemos sim derrubar esses mitos tão absurdos.

Desde outubro de 2005 surgiu uma estória que o leite UHT estava sendo repasteurizado e a forma de "confirmar" isso é através de uma numeração existente no fundo da caixinha TetraPak. Ao contrário do que muitos pensam essa repasteurização é improvável por uma razão muito simples:
1 - custo de recolhimento do produto

2 - custo de reprocessamento

3 - custo de uma nova embalagem.

Veja mais sobre os custos do leite em:

Artigo de outubro de 2002 intitulado A roupa certa para o leite da Revista Rural diz:

"Em fevereiro deste ano [2002], enquanto produtores recebiam R$ 0,15 por litro de leite produzido, o pioneiro e maior fabricante de embalagens para o setor, a Tetra Pak, recebia R$ 0,35 pela caixinha que acomodava o produto, ou seja, 130% a mais."


O senador Osmar Dias, em discurso proferido no dia 09 de outubro de 2001, afirma:

"... a embalagem usada para envasar o leite longa vida custa de R$0,22 a R$0,24, enquanto o produto, que tem origem em uma propriedade rural, em muitas regiões do País, custa R$0,20 por litro. Vejam V. Exªs que custa mais a embalagem do que o leite que está dentro dela. Não conheço nenhum outro produto que tenha essa relação de preço com sua embalagem." (1)



São dados antigos, mas é improvável que as relações de custos tenham mudado de forma significativa.

O mito diz que se uma embalagem tiver o número 1, significa que é a primeira vez que sai da fábrica e chega ao supermercado para a venda final, já se tiver o número 4, significa que ele já foi repasteuridado 4 vezes e depois retornou para o supermercado para a venda final e assim por diante.

Diz, ainda, que o ideal é comprar até o número 3, acima disso, a qualidade do leite estará bem ruim.

A Tetra Pak, fabricante das embalagens usadas pela maioria dos produtores de leite longa vida, consultada sobre essa mensagem informa:

- o número que aparece acima deste sequencial no fundo da embalagem (1, 2, 3 etc) é impresso no momento da produção da mesma e refere-se ao posicionamento na bobina.

- devido ao processo de ultrapasteurização e ao envase em embalagens cartonadas assépticas, o leite pode ser armazenado sem refrigeração (antes de aberto) por até seis meses.

Veja o texto integral da mensagem da Tetra Pak.

Pois é: o número misterioso indica a posição da bobina na máquina de fabricação das embalagens e não o número de vezes que o leite foi processado. Quanto à qualidade, o leite se mantém inalterado por seis meses desde a data de sua fabricação, contanto que a embalagem não seja aberta.Como mostra a imagem abaixo:

Esquema do processo de fabricação das caixinhas de leite longa vida

A mensagem sobre a repasteurização do leite encalhado circulou rapidamente e teve gente que acreditou nela.



By Maciella Santos

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Transgenicos ROTULADOS


Começaram a chegar às prateleiras dos supermercados brasileiros os primeiros produtos rotulados como transgênicos desde que a lei de rotulagem entrou em vigor em 2004. O óleo Soya, um dos mais vendidos do mercado brasileiro, é o primeiro a ostentar o símbolo de produto geneticamente modificado (uma letra T no meio de um triângulo amarelo) no país. A embalagem também traz o aviso: “Produto produzido a partir de soja transgênica”.

A rotulagem do óleo Soya em todo o território nacional só aconteceu graças à denúncia que o Greenpeace fez em outubro de 2005, comprovando que a soja usada pelas empresas Bunge (fabricante do óleo Soya) e a Cargill (fabricante do óleo Liza) era geneticamente modificada. Em setembro do ano passado, o Ministério Público de São Paulo se baseou na denúncia do Greenpeace para entrar na Justiça com uma ação civil pública exigindo a rotulagem de ambos os produtos.

“É uma tremenda vitória, mas ainda há muito o que fazer. As margarinas e maioneses da marca Soya, por exemplo, não estão rotuladas ainda”, afirma Gabriela Vuolo, coordenadora da campanha de Engenharia Genética do Greenpeace, lembrando ainda que a Cargill também foi citada na ação judicial mas não rotulou nenhum de seus óleos e demais produtos.

O Greenpeace entrou em contato com a Bunge para saber a extensão da rotulagem nos produtos da empresa e recebeu a seguinte resposta do diretor de Comunicação Corporativa, Adalgiso Telles: “Como nós entendemos que pode eventualmente haver alguma preocupação por parte de alguns consumidores em relação à presença de transgênicos, resolvemos agir pró-ativamente e rotular nosso óleo de cozinha Soya, mesmo sabendo que os óleos vegetais não contêm nem 1% de componente transgênico, porcentagem a partir da qual a lei exige a rotulagem, para melhor atender consumidores que considerem isso relevante.”

Gabriela Vuolo considera bom ver a Bunge colocando em prática o respeito ao consumidor. Mas faz ressalvas.

“Só é uma pena que para isso se tornar realidade tenha sido preciso acionar a Justiça e esperar mais de dois anos da nossa denúncia", ressaltou Vuolo. “Agora, é fundamental que a empresa continue tendo uma postura ética e informe seus consumidores sobre a presença de transgênicos nos outros produtos da linha Soya e nas suas outras marcas, como Primor, Salada e Delícia. Só assim os brasileiros vão poder realmente exercer seu direito de escolha, que é garantido por lei."

A denúncia do Greenpeace aconteceu em outubro de 2005, quando cerca de 20 ativistas foram à Brasília entregar ao governo um dossiê que comprovava a utilização de soja transgênica na fabricação dos óleos Soya e Liza (da Bunge e Cargill, respectivamente), marcas líderes do setor. Os ativistas desceram a rampa do Congresso Nacional empurrando 20 carrinhos de supermercado cheios de latas de óleo da Bunge e da Cargill, e se posicionaram próximos à entrada da Câmara dos Deputados enquanto a denúncia era entregue aos parlamentares. Posteriormente, a denúncia foi encaminhada a diversas representações do Ministério Público e aos ministérios da Justiça, Agricultura, Ciência e Tecnologia, e Meio Ambiente.

Fonte: http://www.greenpeace.org

Postado por Lidiane Bôto

terça-feira, 15 de julho de 2008

Dicas para Fazer uma Alimentação Saudável



Melhore seus hábitos alimentares adotando estas dicas no seu dia-a-dia e mantenha uma vida saudável e boa qualidade de vida.

  • Coma quatro ou cinco vezes por dia: Fazendo quatro ou cinco refeições leves e equilibradas você leva o organismo a utilizar mais facilmente o seu combustível de reserva, que são as gorduras, além de conseguir controlar melhor seu apetite e vontade de beliscar alimentos desnecessários.
  • Coma a intervalos regulares: O ideal é fazer uma refeição a cada três horas. Se isso não for possível, estabeleça intervalos de no máximo 4 horas entre as refeições. Uma vez fixados esses horários, há uma tolerância de meia hora, contanto que sejam obedecidos os intervalos mínimo e máximo. Fazendo o número previsto de refeições, a intervalos regulares, você evitará a hipoglicemia (queda no nível de açúcar no sangue) e reduzirá a chance de ter uma fome sem controle dos alimentos a serem ingeridos.
  • Coma sempre nos mesmos horários: Programe os horários das refeições de modo que possa cumpri-los e faça todo o possível para cumpri-los de fato. Alimentando-se sistematicamente nos mesmos horários, seu organismo se acostumará ao novo ritmo e ficará condicionado a esperar a comida somente nestes horários. Se você acordar mais tarde, perdendo a hora do café da manhã, faça essa refeição na hora do lanche e mantenha as outras refeições conforme o programado.
  • Coma devagar e preste atenção ao que come: Observe primeiro o que irá comer. Mastigue bem, e lentamente, para sentir a textura e o sabor de cada alimento, experimentando o prazer de saborear o que come. Ao se alimentar dessa forma, seu cérebro receberá maior número de informações, que contribuirão para acionar o centro da saciedade, levando sua fome a ser satisfeita com menores quantidades de alimento. Separe o ato de comer das outras atividades, como ler, assistir televisão, pois estas atividades interferem recepção destas informações.
  • Respeite a quantidade e a qualidade dos alimentos permitidos: Como dito anteriormente, os alimentos devem ser ingeridos em quantidade e qualidade adequadas para suprir todas as necessidades nutricionais sem excesso de calorias. Cada indivíduo precisa de um plano alimentar específico.
    -Evite a monotonia: Um erro comum e desastroso é repetir sempre os mesmos alimentos, pois a monotonia na alimentação faz com que o plano alimentar seja abandonado. Varie bastante dentre os alimentos de cada grupo. Invente novos pratos. Capriche na arrumação da mesa. Torne o momento da refeição um prazer.
  • Beba bastante líquido: beba bastante água filtrada, mineral (sem gás) e sucos naturais (sem açúcar) para hidratar-se. Evite o consumo de café, refrigerantes e sucos industrializados.
  • Não adote dietas radicais: Você não vai agüentar por muito tempo e voltará rapidamente para antigos e maus hábitos alimentares. Além disso, a grande perda de peso em curto período de tempo é prejudicial ao metabolismo do organismo, pois a grande perda de massa magra, com conseqüente redução do gasto energético total, o que leva possivelmente ao aumento de massa gordurosa após a dieta restritiva.
  • Evite ter na despensa alimentos calóricos e pobres em nutrientes saudáveis: Assim você se protege do risco de um ataque surpresa na hora de fome.
  • Deixe sempre na gaveta do escritório barra de cereais, bolacha integral (ingira, no máximo, 3 unidades), ou se possível, uma fruta ou iogurte natural: deste modo, quando a fome bater, terá algo saudável para comer.
  • Se tiver vontade de comer um doce, coma-o. Mas lembre-se: somente um pedaço ou unidade. Isso é melhor do que devorar uma caixa de bombom no final do dia.
  • Evite o uso de óleos e temperos industrializados para temperar as saladas: se quiser pode usar um fio de azeite, mas abuse mesmo dos temperos aromáticos como orégano, manjericão, cheiro verde, louro, pois deixarão a salada mais saborosa. Use também vinagre ou suco de limão (melhor que o vinagre, pois é rico em vitamina C).
  • As preparações com molhos branco, quatro queijos, bolonhesa, ou ainda, com mussarela e presunto devem ser evitados, pois são muito calóricos. Dê preferência ao molho “ao sugo” e use os temperos aromáticos para deixar os pratos mais saborosos.
  • Bebidas energéticas devem ser evitadas. Mesmo os indivíduos que praticam atividade física regular não possuem necessidades energéticas ou de minerais para ingestão destes produtos. A água ainda é o melhor hidratante.
  • Utilize adoçante nos sucos e no cafezinho, ao invés de açúcar.
  • Dê preferência às carnes magras e sem gordura visível: pois possuem menos gordura e menos calóricas como peixe, frango (partes magras e sem pele), peru, patinho, contra-filé. O modo de prepará-las também é importante: cozidas, grelhadas ou assadas.
  • Evite enlatados, temperos industrializados, apresuntados e defumados: eles são ricos em sódio e perigosos para pessoas com predisposição a pressão alta.
  • Queijos amarelos (mussarela, provolone, prato, parmesão) devem ser evitados: são muitos mais gordurosos que os queijos brancos (minas, frescal, ricota e cottage).
  • Bebidas alcoólicas são calóricas: Consuma esporadicamente e em pequena quantidade (deixe para o fim de semana). Além disso, evite os petiscos como amendoim, batata frita, castanha de caju, carne seca ou salgadinhos que acompanham as bebidas alcoólicas, pois são calóricos e com alto teor de gordura saturada.
  • Em restaurantes por quilo: Passe primeiro por todas as opções antes de escolher os alimentos. Isso evitará exageros. Escolha opções de hortaliças, legumes cozidos (sem maionese ou molhos), carne magras, massas sem molhos brancos e com mussarela e presunto ou arroz branco (ou sortido com legumes) e para sobremesa, prefira as frutas.
  • Em épocas de calor, evite sorvetes de massa: Opte pelo picolé de fruta.
  • Compras no supermercado: não vá com fome: Isso evitará pegar balas, chocolates e salgadinhos. Não compre alimentos que devem ser evitados. Sempre olhe a informação nutricional presente dos rótulos dos alimentos: calorias, quantidades de carboidratos, gorduras, fibras, sódio.
  • Cuidado com os produtos light e diet: apesar de apresentarem redução de algum nutriente, nem sempre, esta restrição é em calorias ou gorduras.
  • Movimente-se: Você não precisa ir à academia! Caminhar 3 vezes por semana pelo bairro, por 40 minutos cada sessão, irá ajudá-lo a ter mais saúde!
  • Substituições mais saudáveis: Experimente o requeijão light, cream cheese light (mesmo estes devem ser usados com moderação), queijo tipo cottage, pois além do valor calórico reduzido, oferecem mais nutrientes como cálcio e proteínas.

*Consultoria: Dr. Josefina Bressan, coordenadora do Departamento de Nutrição e Metabolismo da Sociedade Brasileira de Diabetes (2004/2005).

Fonte: http://www.diabetes.org.br/nutricao/dicasalimentos.php

Postado por Lidiane Bôto.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Entenda a crise dos alimentos



A recente alta nos preços dos produtos agrícolas foi motivada por uma série de fatores conjugados e se tornou uma crise mundial. O maior temor, além da falta de suprimentos, é que cresçam as revoltas populares pela falta de comida, o que já foi registrado em diversos países, como Haiti, Indonésia, Camarões e Egito. Nesse sentido, diversas instituições internacionais já se manifestaram, como ONU, Banco Mundial, FMI e Bird, por exemplo.

Entenda os principais motivos que desencadearam a crise:
Desenvolvimento global - A longa fase de prosperidade mundial, com especial força nos países emergentes, fez crescer significativamente o consumo de alimentos no mundo. Antes de se iniciar a atual crise de crédito nos Estados Unidos, o mundo não passava por uma crise financeira com dimensões globais desde o final da década de 1990.

Assim, os seguidos anos de calmaria deram condições para que o comércio exterior disparasse, o que gerou renda nos países mais pobres --estas nações são referência histórica tanto na produção de matérias-primas como para base de empresas multinacionais. Com mais dinheiro no bolso, a população desses países, entre eles Brasil e China, passou a consumir mais, sendo que os alimentos foram os primeiros produtos a terem seus consumos elevados, causando um descompasso entre oferta e demanda.

População - A população mundial está em franca expansão. Segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), passará de 6,5 bilhões de pessoas em 2005 para 8,3 bilhões em 2030 e 9 bilhões em 2050. O efeito do aumento do número de pessoas que se alimentam ganha ainda mais peso porque a maioria delas nasce na Ásia e na África, onde o consumo de alimentos cresce em ritmo mais rápido devido ao desenvolvimento econômico desses continentes.

Secas - Alguns dos principais produtores mundiais de alimentos, como o Brasil e a Austrália, passaram recentemente por fortes secas que atingiram a produção. Na Austrália a seca já perdura por seis anos, enquanto que o Brasil e o Leste Europeu tiveram problemas entre 2005 e 2006. Com a quebra de safra nesses países, os estoques foram reduzidos e agora estão perigosamente baixos devido ao aumento no consumo.

Petróleo - Assim como os alimentos, os preços de outras commodities (matérias-primas) também estão em alta. É o caso do petróleo. O produto está com seu preço em níveis recordes, o que causa impacto em toda a cadeia de produção e distribuição de alimentos. Quase todas as fazendas usam óleo diesel para movimentar as máquinas, e os fertilizantes possuem também diversos componentes vindos do petróleo. Além disso, o combustível mais caro eleva o preço do transporte dos alimentos para os centros consumidores, elevando o preço final da comida.
Especulação financeira - Quase todos os principais alimentos possuem mecanismos financeiros de compra e venda em um prazo pré-determinado, o que é chamado de mercado futuro. Nos últimos meses, os preços dos alimentos no mercado futuro dispararam devido à entrada de muitos investidores neste tipo de investimento. Eles apostam exatamente que estes preços irão crescer. Se isso ocorre, eles lucram, já que poderão vender o que têm a valores maiores do que o investido inicialmente.

Enfraquecimento do dólar - O dólar é a moeda usada para a cotação das commodities agrícolas em quase todos os principais mercados futuros. Como a moeda americana está em níveis históricos de queda ante outras moedas fortes, como o euro, os investidores forçam a alta do preço dos alimentos no mercado futuro para "compensar" essa desvalorização.

Alta nos custos - A produção de carnes em geral recebe duplo impacto. Seus custos disparam não só pela alta do petróleo, mas pela própria alta no preço dos alimentos, já que alguns deles --em especial o milho-- são usados na ração dos animais.

Biocombustíveis - Diversas entidades, como a ONU (Organização das Nações Unidas) e o FMI (Fundo Monetário Mundial), reclamam do desvio de parte da produção agrícola para a produção de biocombustíveis. O resultado, segundo eles, é que a oferta cai ainda mais em um momento de alta na demanda, causando a elevação dos preços. O caso mais criticado é o do milho, usado nos Estados Unidos para a produção de álcool, que levou à disparada do preço do produto no mercado internacional já no ano passado. Também criticam a substituições de lavouras tradicionais pelas de cana-de-açúcar, em um ataque direto ao Brasil --principal exportador de álcool do mundo e que usa a cana-de-açúcar para extrair o produto.

Travamento às exportações -Diante do risco de desabastecimento, grandes países produtores de alimentos estão impedindo a exportação, agravando o cenário nos países importadores. Os casos mais recentes foram vistos com o trigo argentino e o arroz indiano e vietnamita.



Fonte de pesquisa: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u395708.shtml

Post by: Lidiane Bôto

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Dicas de quem já está lá!!!!




A profissional que vai nos dá as dicas se chama Daniela Borges , 22 anos, que já esta formada a alguns anos e atua como Economista Doméstica da Central das Cooperativas de Crédito do Estado de São Paulo e é professora assistentente de uma faculdade também em São Paulo. Confira as dicas dessa profossional e fiquem atentos:

  • Conscientize-se do seu potencial de formação e atuação;
  • Não temer desafios. à rotina não existe nesta profissão;
  • Ser dinâmico, comunicativo, criativo, curioso e ter vocação para pesquisa em geral;
  • Manter-se atualizado e compreender questões lógicas. Pensar e solucionar conflitos;
  • Não ter frescura. Hoje podemos trabalhar com eletrodomésticos e, amanhã, em comunidades carentes e postos de saúde;
  • Ter uma visão critica e analítica, enxergando uma saída prática para todos os problemas, principalmente os de questão social;
  • Amar o que faz e lutar para que a profissãp seja cada vez mais reconhecida;
  • Durante a vida acadêmica, participar de projetos e programas institucionais, bem como participar de eventos cientificos e culturais ligados ao contexto da Economia Doméstica;
  • Ter responsabilidade, civilidade, ética, integridade, senso crítico, flexibilidade e adaptabilidade, disciplina e capacidade.
Fiquem de olhoooo nas dicas!!!!

By Lidiane Bôto